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Fissuras e Fendas nas Conchas de Ampulárias
 
Artigo abordando estes defeitos adquiridos nas conchas de Ampulárias
Artigo publicado em 17/05/2012, última edição em 20/03/2022



Fissuras e Fendas nas Conchas de Ampulárias

 


Introdução

 

Esta é uma outra doença relativamente comum acometendo nossas Ampulárias, relacionada ao crescimento da concha. Potencialmente grave, podendo levar à morte do animal, pela exposição de tecidos moles e vulneráveis do seu corpo. Neste artigo discutiremos as causas dessa condição e formas de tratamento. Sugerimos também a leitura do artigo complementar, Erosão na Concha de Moluscos


 


Exemplo de Ampulária com fenda e defeitos no crescimento da concha. Imagens cedidas por Alycia Hudson.



Rápida revisão: formação e crescimento das conchas

 

No artigo complementar Erosão na Concha de Moluscos há uma discussão aprofundada sobre este assunto. De forma bastante resumida, as conchas dos moluscos mostram dois tipos de crescimento:


1. Crescimento em comprimento que só acontece junto às margens da sua abertura, onde as células da margem do manto produzem as duas camadas externas da concha, o Periostraco proteináceo, e o Ostraco mineral. Estas duas camadas não podem ser regeneradas, em caso de dano. 

2. Crescimento em espessura que acontece na superfície interna da concha, em contato com o manto dorsal. O manto recobre uma extensa área da concha por dentro, e é responsável pelo aumento da espessura da concha, através de sucessivas camadas de mineral depositado. Uma concha quebrada só pode ser reparada na sua superfície interna, através deste mecanismo.
       
 

GIF animado mostrando o crescimento da concha de um molusco. Note como o periostraco e ostraco não são renovados, permanecendo o mesmo material do momento da sua formação. Note também como as camadas do hipostraco são depositadas uma sobre a outra. Animação de Walther Ishikawa.



               
  
GIFs animados mostrando o crescimento em comprimento da concha de um gastrópode. Veja como a porção apical da concha foi formada na juventude do animal, sendo incorporada à sua estrutura, à medida que a concha cresce. Animações de Walther Ishikawa (sobre foto de Bill Frank) e Stijn Ghesquiere.



O que são as Fissuras / Fendas? Como são formadas?

 

As fissuras ou fendas ("clefts") são falhas nas conchas de gastrópodes, de orientação longitudinal, geralmente de aspecto alongado, mais comuns próximos da abertura. Há variação nas suas dimensões e forma, o que irá determinar sua gravidade, e necessidade de tratamento específico, com enxertos.

 São causadas por um defeito localizado no crescimento horizontal das conchas, que ocorre nas bordas da sua abertura. Se houver um ferimento no tecido da margem do manto, onde ocorre este crescimento, há uma redução ou interrupção local na produção da concha. Com o crescimento do restante da concha, esta região “fica para trás”, formando uma falha alongada na sua borda, de largura variável. Geralmente se forma uma fenda em forma de "V", o local original da lesão do manto se situa no vértice. Linhas de crescimento irregulares são vistas radiando-se do vértice. 



  
GIF animado mostrando a formação de uma fenda, à medida que há crescimento da concha. Animação de Walther Ishikawa (sobre foto de Bill Frank). À direita, um exemplo de fenda em Ampulária, foto gentilmente cedida por Emily Murray.



Sequência de fotos mostrando a evolução de uma fenda com o crescimento da concha da Ampulária. As setas de mesmas cores estão apontando para a mesma região da concha. Fotos cortesia de Ricinda Smith.



Fenda fechada, duas fotos mostrando a sua evolução com o crescimento da concha do animal. As setas apontam a mesma região da concha. Fotos cortesia de Ricinda Smith.



Enquanto esta falha estiver localizada próxima à abertura da concha, não há consequências graves, somente uma maior dificuldade do animal em se retrair e se proteger no interior da concha. Entretanto, com o crescimento do caramujo, a fenda pode levar a uma exposição cada vez maior das partes moles do animal, comprometendo suas funções vitais (como respiração), expondo o caramujo a predação, e servindo de porta de entrada para infecções. Toda a deformidade desta região da concha também reduz sua resistência mecânica, predispondo a fraturas.




Ampulária com fenda persistente, note a fissura bastante longa, desde o giro anterior da concha, porém felizmente de pequena largura. A fenda não está curada, a nova concha formada permanece com a falha. Imagens cortesia de Stephanie Maks.



Outro exemplo de Ampulária com fenda persistente, note a fissura bastante longa, felizmente de pequena largura. A fenda não está curada, a nova concha formada na margem da abertura permanece com a falha. Imagens cortesia de Angel Nicole Demoss.




O caramujo tenta fechar esta falha através de depósito de material mineral na camada interna da concha, produzindo uma camada calcificada irregular. Pequenas fendas podem ser fechadas com relativa facilidade, especialmente quando há cura da lesão da margem do manto. Fendas maiores precisam ser tratadas. Mesmo quando o caramujo consegue fechar esta falha na concha, esta região sempre permanece mais frágil e quebradiça. Pela ausência de Periostraco, esta neo-concha também é mais propensa à erosão.



Casal de Ampulárias Pomacea diffusa em cópula, fotografadas como espécie invasora em Duval County, Florida, EUA. Note o choque entre as margens cortantes da abertura da concha, com risco de lesão na borda do manto. Foto gentilmente cedida por Bill Frank.



O mais comum é que este ferimento na margem do manto ocorra durante a cópula, quando os caramujos se entrelaçam e há choque entre as bordas cortantes das conchas. Por ser um local bastante exposto, estas células podem sofrer lesões mecânicas. Este é o motivo pela qual esta condição é mais comum em ampulárias mais velhas, especialmente fêmeas após múltiplas cópulas. Podem surgir também após fraturas da concha, com dano no manto próximo à sua borda.

Porém, também há alguns relatos destas falhas surgindo em caramujos juvenis, que nunca copularam, ou tiveram acidentes. Outros relatos mencionam defeitos surgindo em muitos indivíduos de uma mesma prole, indicando um componente hereditário desta condição.   



Pequena Ampulária juvenil com grave fissura. O encontro destes defeitos em juvenis sugere um componente genético e hereditário contribuindo para seu surgimento. Fotos gentilmente cedidas por Brandy Linden.



Ampulária com múltiplas e extensas fendas na concha, com exposição dos tecidos do animal. Um caso bastante grave. Imagens gentilmente cedidas por Stephanie Maks.



Ampulária com extensa fenda, porém, com neo-formação de concha, fechando a falha. Note o aspecto irregular da nova concha formada por deposição direta de material cálcico. Esta região também é mais frágil, propensa a fraturas, e também propensa a erosões, pela ausência de periostraco. Foto cedida por Lisa Peri McGougan.




Tratamento - recomendações gerais

 

Muitas vezes estas fendas se curam espontaneamente, se a lesão na margem do manto for reversível. Enquanto o ferimento permanecer, há formação da fenda, mas à medida que a concha cresce, há redução progressiva da sua largura, até que o ferimento do manto se cicatrize, e passe a produzir uma concha normal. A falha da concha é reparada lentamente de dentro para fora, com depósito de um material irregular calcificado, que se forma diretamente na superfície do manto dorsal exposto. 

Desta forma, em fendas de pequena extensão, sempre vale a pena dar uma chance para que o caramujo se cure sozinho, e feche a falha na concha. Paradoxalmente, a solução aqui reside em retardar o crescimento do animal, para que ele tenha tempo de reparar a borda danificada do manto. Deve-se baixar em alguns graus a temperatura do aquário, para reduzir seu metabolismo. Com isso, a concha cresce mais lentamente, também mais espessa e resistente. Durante este processo, deve-se otimizar as condições de saúde do animal, para que tenha condições de se curar e produzir uma concha saudável. Sugere-se uma dieta rica em cálcio, e também rica em proteínas. Alguns autores também sugerem fornecer menos alimento ao caramujo, para contribuir com a redução do seu metabolismo. A água também deve ser dura, rica em Cálcio, e com pH elevado, já que parte do Cálcio usado pelo caramujo é extraído diretamente da água.




Ampulária com ampla fenda na concha, em tratamento num aquário hospital. Fotos gentilmente cedidas por Ruthie Rodriguez.




É fundamental também separar o animal em um outro aquário, em especial para se evitar cópulas. O aquário não deve ter objetos pontiagudos ou substrato abrasivo, que possam contribuir para novos ferimentos, ou erosão da concha. O isolamento também evita ataques e predação do caramujo, que pode ter seus tecidos moles expostos e vulneráveis. Lembrando que a concha deformada e reparada é mais quebradiça, evitar novas cópulas não é somente para se prevenir novas lesões no manto, mas também pelo risco de fraturas na concha.





  
GIF animado mostrando a formação e cura de uma fenda, à medida que há crescimento da concha. Animação de Walther Ishikawa (sobre foto de Bill Frank). À direita, um exemplo de fenda curada em Ampulária, foto gentilmente cedida por Kaylen Kokolus.

 




Ampulária com múltiplas fendas e fissuras curadas. Porém, note o aspecto deformado da nova concha formada, talvez por ter sido criada em temperaturas muito elevadas, agravando os defeitos. Imagens cedidas por Stephanie Maks.




Enxertos ("patches") - quando e como?

 

            Com alguma frequência, estas fendas podem ser grandes, eventualmente com aumento progressivo da sua largura com o crescimento da concha do animal. Isto ocorre quando a lesão na margem do manto é irreversível, ou quando há crescimento muito rápido da concha, não permitindo uma cura adequada. Com isto, o local da concha correspondente à lesão original da margem do manto pode permanecer aberta. Com o crescimento do corpo do animal, esta região pode passar a expor uma anatomia onde se situa algum órgão nobre, como a cavidade pulmonar ou os rins, comprometendo a saúde do caramujo. 
Como mencionado, o molusco consegue depositar material mineral na superfície dos órgãos expostos, mas de uma forma mais paliativa, lenta e imperfeita. Nestes casos, o tratamento consiste em recobrir esta área exposta, protegendo-a, e também fornecendo uma superfície que facilite o processo de calcificação pelo manto dorsal.


 
  
GIF animado mostrando a formação de uma fenda progressivamente maior, à medida que há crescimento da concha. Animação de Walther Ishikawa (sobre foto de Bill Frank). À direita, um exemplo de ampla fenda em Ampulária, com exposição dos tecidos do animal. Foto cortesia de Heather Miller.




Exemplo de fenda em Ampulária com crescimento progressivo. Note a larga falha na concha, cada vez maior à medida que a concha cresce.





Ampulária com ampla fenda, e extensa exposição dos tecidos moles do seu corpo, um caso bastante grave. Imagem cortesia de Brittany Keltner.





Ampulária com ampla fenda, e extensa exposição dos tecidos moles do seu corpo. Imagens cortesia de Kelli C. Beck.






Trabalhos em outros gastrópodes já mostraram que a oclusão de uma descontinuidade na concha com algum material (como poliestireno) acelera o processo de regeneração, porque reduz a perda de nutrientes. Se o material usado no enxerto for orgânico, há uma aceleração ainda maior no processo de reparo da concha, porque fornece um substrato orgânico que pode servir de guia para a precipitação direta de Carbonato de Cálcio na superfície. 

Por este motivo, um dos materiais mais usados como enxerto é a membrana interna da casca de ovos de galinha. Trata-se daquela fina membrana esbranquiçada e translúcida que se localiza entre a porção mineral da casca, e a clara. Flexível e resistente, é composta principalmente de fibras de colágeno. É facilmente separada quando descascamos um ovo cozido. 

O caramujo é retirado da água, e sua concha é limpa e seca com um pano ou papel toalha. Lembrando que Ampulárias suportam longos períodos fora d´água, desde que mantida a umidade, estes animais respiram essencialmente ar. A membrana, ou eventualmente outro material de enxertia é colada na concha do animal, revestindo a fenda. Não há a necessidade de selar hermeticamente a falha. A cola mais usada é a cola instantânea (“Super-Bonder”), cuja composição é cianoacrilato, um material atóxico quando polimerizado. Pequenos buracos podem ser ocluídos somente com a cola instantânea. Além da secagem no ar, o contato com água leva à secagem imediata da cola, o único inconveniente é deixar a cola com um aspecto esbranquiçado. Aplica-se a cola, aguardando alguns minutos para aderir bem à concha, e mergulha-se a concha na água, com sua solidificação imediata. Cuidado para não haver contato da cola com as partes moles do animal. Nunca deve-se usar Bicarbonato de Sódio, já que a reação acelera a secagem, mas gera bastante calor, e também produz vapores bastante tóxicos. Outra cola bastante usada é o à base de epóxi (“Araldite” e "Durepoxi"), de preferência o de secagem rápida. Também é inerte quando curado, e apesar de menos prático, sua resistência e durabilidade são maiores, com a desvantagem de ser mais pesada. Colas de silicone não são indicadas, pela demora na sua secagem.

Uma das poucas desvantagens da membrana interna da casca de ovo é o fato de não ser muito rígida ou resistente. Por este motivo, alguns preferem associar algum material mais sólido por fora da membrana, como casca de ovo (a porção mineral), pedaços de conchas de outras Ampulárias, ou pedaços de plástico. Um último lembrete óbvio, mas que vale a pena ser reforçado: estes enxertos são permanentes, e nunca devem ser retirados mesmo após o crescimento do animal.   





Exemplo de enxertia em concha de Ampulária, neste caso foi usado um pedaço de saco plástico, e cola de secagem instantânea para plantas de aquário. Após o enxerto, o caramujo viveu bem por quase um ano. Fotos gentilmente cedidas por Nicole Super.







Outro exemplo de enxertia em concha de Ampulária, note na primeira foto área de fratura e erosão na concha neo-formada na área de fenda, lembrando que se trata de uma concha mais frágil nesta região. Para o enxerto, foi usado a membrana interna da casca de ovo, reforçado externamente por um pedaço de saco plástico. Foi usada cola instantânea em gel. Fotos gentilmente cedidas por Cassandra Sample.






Ampulária com fissura parcialmente fechada, com concha neoformada bastante deformada e irregular. Permanece deformidade na nova concha formada (segunda foto). Foi realizado um reparo com massa epóxi, note a nova concha formada após a enxertia com aspecto totalmente normal. Fotos cortesia de Jeanne Swanstrom.




Perda do periostraco

 

A integridade do Periostraco é um detalhe bastante importante para se evitar a erosão das conchas. Muitas vezes a sua lesão é o fator precipitante no processo de erosão da concha, frequentemente negligenciado. Maiores detalhes podem ser vistos no artigo complementarErosão na Concha de Moluscos

O papel do Periostraco nos casos de fendas e fissuras é absolutamente secundário e menos importante. O único lembrete é em relação à área reparada pelo caramujo na falha da concha, através de depósito direto de calcificação no manto dorsal. Esta região não tem Periostraco, e é mais propensa a erosão por pH ácido ou dureza da água baixa do que o restante da concha. Por este motivo, muitos recomendam proteger estas áreas neo-formadas da concha com algum verniz inerte, substituindo o Periostraco perdido.

Deve-se certificar que a falha esteja totalmente fechada, não permitindo um contato direto do verniz com os tecidos do caramujo. O mais utilizado é o Esmalte de Unha comum, incolor, geralmente composto de Laca de Nitrocelulose, uma substância inerte quando seca. A concha deve ser bem limpa antes da aplicação, com um pincel grosso, e também bem seca. A secagem do esmalte é rápida, em poucos minutos. Alguns criadores usam esmaltes coloridos, para facilitar a visualização da integridade da camada de esmalte, que eventualmente pode descascar, necessitando uma nova aplicação.

   




Ampulária com fissura parcialmente fechada por camadas de hipostraco. Porém, houve erosão na nova concha formada, com um defeito profundo. Esta concha neo-formada é mais propensa à erosão, por não apresentar periostraco. Imagem cortesia de Stephanie Maks.






Bibliografia:

  • Meenakshi VR, Blackwelder PL, Hare PE, Wilbur KM, Watabe N. Studies on shell regeneration—I. Matrix and mineral composition of the normal and regenerated shell of Pomacea paludosa. Comparative Biochemistry and Physiology Part A: Physiology. Volume 50, Issue 2, 1 February 1975, pp 347–351.
  • Su XW, Zhang DM, Heuer AH. Tissue Regeneration in the Shell of the Giant Queen Conch, Strombus gigas. Chem. Mater. 2004, 16, 581-593.
  • Watabe N. Shell structure. In Form and Function, volume 11 in The Mollusca. Trueman ER, Wilbur KM, Clarke MR. Academic Press, Elsevier. 1988 504p.
  • Ajesh K, Sreejith K. Disease of the shells of Indian apple snails (Ampullariidae: Pila globosa). Ruthenica, 2014, vol. 24, No. 1: 31-33.
  • Ponder WF, Lindberg DR, Ponder JM. Shell, Body, and Muscles, in Biology and Evolution of the Mollusca ed. Winston F. Ponder, David R. Lindberg and Juliet M. Ponder (Boca Raton: CRC Press, 01 nov 2019), Routledge Handbooks Online.
  • Fernández MS, Valenzuela F, Arias JI, Neira-Carrillo A, Arias JL. Is the snail shell repair process really influenced by eggshell membrane as a template of foreign scaffold? J. Struct. Biol. (2016).


Agradecimentos a Stijn Ghesquiere, responsável pelo portal  applesnail.net , e também a Bill Frank ( Jacksonville Shell Club ), por permitir o uso do material e fotos. Agradecimentos também aos aquaristas Stephanie MaksTerri Bryant, Alycia Hudson, Kaylen Kokolus, Angel Nicole Demoss, Brittany Keltner, Heather Miller, Nicole Super, Cassandra Sample, Ricinda Smith, Emily Murray, Ruthie Rodriguez, Lisa Peri McGouganKelli C. Beck, Jeanne Swanstrom, Brandy Linden pela cessão das imagens que ilustram o artigo. Agradecemos também à aquarista Victoria Suter por importantes informações.
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